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Diário do Estado

Cortejo seguiu pelas principais ruas do centro - Foto: Derick Fernandes / Especial DE

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Paranaguá dá o último adeus a Mário Roque

Por  em 2 de julho de 2013

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Cortejo seguiu pelas principais ruas do centro - Foto: Derick Fernandes / Especial DE

Cortejo seguiu pelas principais ruas do centro – Foto: Derick Fernandes / Especial DE

Aconteceu na manhã desta terça-feira (2) no Cemitério Municipal de Paranaguá o sepultamento do prefeito Mário Roque, morto na madrugada desta segunda-feira depois de complicações em uma cirurgia de ponte de safena realizada no último dia 14 de junho em Curitiba.

Milhares de pessoas acompanharam o cortejo que seguiu pelas principais ruas do centro de Paranaguá até o cemitério, no caminho, muitas pessoas pararam seus afazeres para aplaudir aquele que foi considerado o melhor prefeito que a cidade já teve, entre outros predicados como “o prefeito do povo“.

O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), acompanhou o sepultamento. “Sem dúvida, Roque foi uma grande liderança política. A sua morte representa uma grande perda para o povo do litoral”, disse o governador. O secretário de Desenvolvimento Urbano do Paraná (Sedu), Ratinho Júnior, também assistiu ao enterro de Roque. “Ele era uma pessoa muito humilde e espontânea, e, por isso, era querido pelo povo. Este velório repleto de pessoas é reflexo disso. Tive uma relação mais intensa com o Roque desde que assumi a Sedu e aprendi a admirar ele”, disse Ratinho Júnior. Os deputados estaduais Alceu Maron Filho, Stephanes Júnior e Mauro Moraes também estiveram presentes.

Durante a tarde de segunda-feira, a família de Roque recebeu as condolências dos prefeitos Eduardo Dalmora, de Matinhos; Evani Justus, de Guaratuba; e Helder Teófilo dos Santos, de Morretes. O prefeito em exercício, Edison de Oliveira Kersten (PMDB), decretou luto oficial de três dias. “Vamos falar de política apenas a partir de quinta-feira. Só daí poderemos falar do rumo político da cidade”, ressaltou.

Mário Manoel das Dores Roque chegou em Paranaguá em meados de 1957 fugindo de uma realidade difícil de seu país de origem, a Angola, mas, mesmo não sendo parnanguara, amava aquela cidade até mais do que algumas pessoas que nasceram lá. Roque foi viúvo por duas vezes e cuidou de seus sete filhos sendo cinco homens e duas mulheres fazendo o papel de mãe e pai ao mesmo tempo. Era truculento, rude, mas tinha um grande coração e onde chegava era ponto certo de encontro com bons amigos, admiradores e seguidores de sua liderança.

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