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Para casos assim basta uma denuncia ao Ministério Público Eleitoral da conduta do vereador que investigará o ocorrido.

Focolondrina

Neste Domingo aconteceu um fato que merece divulgação.
Fiquei triste em ver e saber que a população mais humilde está à mercê de políticos demagogos e hipócritas, com atuações suspeitas de manipulação política envolvendo as comunidades carentes, se aproveitando da fragilidade, da ignorância do exercício de cidadania e dos direitos fundamentais do homem, para se promoverem politicamente e usarem entidades populares para gerar conflitos em beneficio particular e políticos, causando crises e atritos entre a população e o poder público, que precisam se sintonizar para que tenhamos uma cidade desenvolvida em todos os sentidos, pois o poder publico foi constituído para gerir o erário publico, verdadeiros donos da cidade. Qual é o conceito de democracia e governo? Não é, “com o povo, pelo povo e para o povo”?

Então!
No Balneário Inajá, esta se constituindo uma Associação de Moradores para organizar a comunidade na busca de idéias e soluções para os problemas que envolvem o balneário. Sou presidente de uma Associação de Moradores, legalmente constituída e registrada, vizinha ao Balneário Inajá. Semana passada fui convidado por alguns diretores da Associação do Inajá, para dar informações de como foi o processo de legalização da Associação e dos projetos desenvolvidos por ela. E também falar da importância de uma comunidade estar organizada para conseguir desenvolvimento para a comunidade. Da importância de fortalecer o movimento popular do litoral para que se possam reivindicar projetos políticas de regularização fundiária, mobilidade urbana, saneamento ambiental e habitação, que esta sob a responsabilidade dos Conselhos municipal, estaduais e federais e do Ministério das Cidades.
Quando estava falando pra cerca de 30 pessoas sobre a conjuntura política municipal, estadual e federal, sobre os projetos de desenvolvimento urbano a serem desenvolvido e da importância de se registrar uma organização, apareceu o vereador do Inajá, perguntando o que estava fazendo ali e quem era eu para chamar uma reunião de moradores? Se eu era morador da região ou não? Disse que era presidente de uma associação de moradores e que estava ali a convite dos moradores e alguns diretores, para poder assessorá-los na implantação da Associação de Moradores deles. E também como líder comunitário estava ali para ajudá-los a fortalecer movimento popular deles, lhes informando os direitos deles. Foi quando perguntei a ele o que ele, o vereador, estava fazendo ali, pois ate o momento que eu saiba ele não foi convidado. E disse ele que veio ali, para pegar os nomes e endereços de alguns moradores para ele poder transferir os títulos de eleitores deles, e que estava cuidando dos interesses dos moradores do Inajá, pois já tinha em mãos do advogado dele, toda a documentação para o registro da associação. Perguntei aos diretores sobre essa documentação, as atas e o estatuto aprovado em assembléia, e eles disseram que o vereador do Inajá pegou a papelada com as assinaturas e enviou ao seu advogado para que ele fizesse o registro da associação. Pela legislação eleitoral, o que isso caracteriza? Não seria o Presidente eleito em assembléia, depois de passar pelo crivo jurídico, o responsável junto com o secretario, a registrar o estatuto e a diretoria eleita?

Ou seria o advogado do vereador?
Quando disse a ele que estava ali para ajudar a fortalecer o movimento popular dos moradores contribuindo com as experiências que adquiri no movimento social popular, e que ele, o vereador tinha que mais era cuidar e honrar com as ações trabalhistas movidas por seus antigos funcionários que reclamam seus direitos e pagasse as ações trabalhistas e ajudasse os moradores dali comprando manilhas, canos para encanar água e fios de luz para fazer instalação elétrica. Foi aí que ele gritou e me ameaçou fisicamente dizendo que ia mandar me prender e deu voz de prisão, e seus seguranças todos vieram pra cima de mim. Foi quando algumas senhoras que estava ali presentes interferiram a meu favor, colocando-se entre eu e ele, dizendo que eu estava ali apenas para ajudar eles, que não estava falando de política a favor ou contra o prefeito e nem atrás de titulo eleitoral como ele veio fazer. Criou-se um tumulto e o vereador incitando a comunidade contra minha pessoa, dizendo que eu estava a mando do prefeito. Coisa totalmente mentirosa, pois nem o prefeito me conhece, a não ser por um aperto de mão quando vou a prefeitura pagar meus impostos e o encontro por lá. Nem meu nome ele sabe. Estou fazendo isso por amor à cidadania, por amor a Constituição Federal e a mando de Deus, “Não escondendo a candeia debaixo do alqueire”.     Estou fazendo isso por amor a “justiça, a igualdade e a liberdade” e a fraternidade entre os mais necessitados. Eu sinto pena do vereador do Inajá ele não sabe o que faz. Esta completamente perdido e esta levando junto com ele, todos os seus assessores e apoiadores, que estão embarcando em barca furada. Sinto muito por esse vereador, mas o Movimento popular de todo o Paraná vai saber do comportamento do tal vereador com os movimentos populares daqui do Litoral. Senhor vereador, depois desse episodio, o senhor perdeu o resto da credibilidade com o povo matinhense, até mesmo no Inajá que era o seu reduto. O Senhor não serve para ser político.
Tudo o que faço Senhor vereador do Inajá e assessores, esta embasado legalmente, tem fundamentação legal. E levo sempre comigo, debaixo dos dois braços, um de cada lado, a Constituição Federal e a Bíblia, portando não temo nada que venha de frente. A não ser pelas costas. Aí é só Deus mesmo.     Quero adiantar-lhe que procure no Google, o site “focolondrina”, ali tenho uma coluna que escrevo artigos sobre algumas coisas do litoral. E pode ter certeza que isso tudo que aconteceu será noticia no norte do Paraná inteiro. Não tenho raiva do senhor, apenas compaixão pela sua desastrada atuação política. E quer um bom conselho: renuncie assim você não passará pelo que ta passando, vergonha.
Jilberto Saroba

Presidente da AMBBESMAR

Associação de Moradores dos Balnearios Betaras e Marajó

Texto e fotos: Jilberto Saroba

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