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Olhar Digital

Na primeira metade do ano, 242 startups do Vale do Silício receberam investimentos em estágios embrionários. Quem mais ganha com o aquecimento do setor, além dos empreendedores, são os engenheiros de software. Um profissional empregado no “berço tecnológico” norte-americano ganha em média US$ 100 mil por ano, mas os melhores alcançam remunerações estratosféricas.

Christopher Fry é vice-presidente de engenharia do Twitter e, em 2012, só ganhou menos que o fundador Dick Costolo. Documentos liberados na abertura do capital da empresa mostram que Fry embolsou US$ 10,3 milhões. E ele nem é o mais bem pago. O colega Mike Schroepfer, vice-presidente de engenharia do Facebook, recebeu US$ 24,4 milhões da companhia um ano antes da oferta pública de ações, em 2011.

A disputa por engenheiros talentosos consome as grandes empresas, que capricham nos mimos para convencê-los a aceitar suas propostas. O esforço geralmente é recompensado porque profissionais como Fry e Schroepfer pertencem ao restrito clube dos “10x”, aqueles que rendem o equivalente a 10 pessoas meramente qualificadas.

A demanda está tão em alta no Vale do Silício que até os engenheiros iniciantes têm se dado bem. Fonte familiriarizada com o assunto afirma que o Google ofereceu US$ 150 mil anuais para (R$ 27,5 mil por mês), mais US$ 250 mil em opções de ações para contratar um PHD recém-graduado que cogitava fechar com a Apple.

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