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Pode subir contanto que coloquem dançarinas ao longo da estrada para justificar preço absurdo!

Folha do Litoral

As tarifas do pedágio nas rodovias do Paraná terão novo reajuste anual a partir do próximo domingo, conforme preveem os contratos de concessão. Governo e concessionárias não divulgaram oficialmente os índices de aumento, mas a reportagem do Bem Paraná apurou que a tarifa para carros de passeio na BR-277 entre Curitiba e o Litoral subirá dos atuais R$ 14,60 para R$ 15,40 – o que representa um reajuste de 5,48%.
A seção regional da Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR/PR) confirmou que encaminhou o pedido de aumento ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR) e à Agência Reguladora do Paraná (Agepar), e que aguarda uma posição oficial do governo. A ABCR/PR não divulgou os porcentuais de reajuste pedidos, alegando que os cálculos têm que ser homologados pelo governo. O conselho da Agepar se reuniu ontem para tratar do assunto, mas até o fechamento dessa edição não havia uma definição oficial.
O novo aumento vem em um momento em que o pedágio é alvo de mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativo. E em que o governo mantém negociações com as concessionárias para a redução das tarifas e retomada de obras de melhoria das rodovias.
Ontem, o líder da bancada governista na Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), confirmou que as negociações continuam em curso, mas que não há perspectiva de um resultado a tempo de evitar o novo aumento. “O reajuste é inevitável. Está previsto em contrato. Se o governo não dá, as concessionárias entram na Justiça. É impossível não conceder o aumento neste momento”, alegou o tucano.
Impasse — As negociações entre o governo e as concessionárias já duram mais de dois anos. Até agora, o único resultado foi a realização de algumas obras pontuais como a duplicação de 14 quilômetros da BR-277 entre Medianeira e Matelândia, na região Oeste; entre Guarapuava e Relógio, e Jandaia do Sul e Apucarana; e o contorno de Mandaguari. Em relação às tarifas, porém, não houve um acordo.
O governo chegou a admitir inicialmente a prorrogação dos atuais contratos, que se encerram em 2021, mas agora afirma que a questão não está em discussão, até porque 70% das rodovias do Anel de Integração são estradas federais. Qualquer alteração no contrato, portanto, dependeria de autorização da União – ou seja, do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) – que já sinalizou que não autorizaria a prorrogação.

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