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Banda B

lange

Uma peça considerada até descartada volta ao jogo eleitoral de Cascavel, oeste do Paraná. Em meio a queda de braço entre o segundo colocado nas eleições, o deputado José Lemos , o prefeito cassado  Edgar Bueno e a posse interina do presidente da Câmara Márcio Pacheco na Prefeitura, o candidato derrotado Jorge Lange ressurge. Ele e o partido ao qual é filiado do PSD protocolaram no Fórum Eleitoral um pedido para que Lemos e Parcianello não sejam empossados nesta quarta-feira (29). O motivo apontado foi a reprovação das contas de campanha dos dois pelo TRE.

“Nós entramos agora com o pedido de providências que é o que cabe nesse momento do processo ao juiz eleitoral da 68ª Zona pra que ele tome providências no sentido de não diplomar o candidato Professor Lemos tendo em vista que eles está com suas contas e campanhas reprovadas tanto aqui em Cascavel quanto pelo TRE, então não podendo assim, está ferindo a lei eleitoral não podendo ser diplomado”, afirma Jorge Lange.

Ontem o Tribunal Regional Eleitoral confirmou a decisão já apontada em primeira instância. Um dos itens estava irregular segundo a justiça que diz respeito ao jantar para arrecadação de fundos para a campanha e que as notas foram perdidas, o que o advogado do PSD fez na petição foi alertar a justiça.

O pedido seguirá para o gabinete do juiz eleitoral William da Costa. A expectativa é de que a decisão saia no máximo até esta quarta-feira de manhã.

Jorge Lange já está preparado para o não da justiça e por isso tem um plano “B”. Caso a diplomação aconteça, mais um pedido de cassação deve acontecer em Cascavel. Desta vez contra Lemos.

“Já temos os processos prontos, estou aguardando o momento jurídico oportuno para poder dar entrada”, acrescenta Lange.

Lange foi o terceiro colocado nas eleições com 15% dos votos. Ele quer que o eleitorado de Cascavel volte as urnas para uma nova eleição.

“Nós esperamos que a justiça rapidamente tome uma decisão pra que a gente não passe por um período “negro” como tem passado outras cidades do país”, conclui Jorge Lange.

Envolvido na questão, Walter Parcianello rebate o posicionamento de Jorge Lange e acredita que a medida apenas tumultua o processo.

“A questão realmente da prestação de contas é para eleições futuras, não para esta e a questão da prestação de contas, nós temos um recurso que foi só um item que na realidade não houve um entendimento pleno dele, mas já está justificado, vamos entrar com um recurso logo após a publicação pra sanar definitivamente e não ter problema nenhum mais com prestação de contas”, rebate o vice de Lemos.

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