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PRTB

Permita-me, respeitáveis leitores, em breves palavras alertar que este é um ano decisivo para o Brasil.
No mês de outubro, como todos bem sabem, decidiremos os rumos políticos que queremos para a nação brasileira para as próximas vindouras décadas.
Lembrando que nesse jogo do xadrez político algumas peças fundamentais como liberdade de opinião, expressão, religião, conceito de família de demais outros princípios e valores estão em movimento no tabuleiro da vida.
Querendo ou não, gostando ou não, mas é desse jogo que emerge todo o nosso dever-cidadão de reagir no sentido de propiciar a nós mesmos, aos nossos filhos, a nossa nação a oportunidade de resgatar a ética, a moral e, em especial, a honestidade no plano político nacional, dando-nos assim a oportunidade de creditarmos os nossos votos em pessoas verdadeiramente compromissadas com a construção de um Brasil para brasileiros, ou seja de um Brasil “ordeiro” e “progressista” direcionado a realização da cidadania com dignidade humana em terrenos tupiniquins.

gerson-levy

É desse jogo político fundamental que surge a indagação: porque decidi que o meu candidato a presidência da república é o Doutor Levy Fidelix? Posso adiantar que as minhas convicções estão sedimentadas no interessante romance de Alexandre Dumas, O Visconde de Bragelonne, obra, por nós conhecida como “O Homem da Máscara de Ferro”, que tem como personagens centrais o rei francês Luís XIV e seus mosqueteiros Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan na sua maturidade e velhice.
Dos quatro apontados mosqueteiros apenas D’Artagnan continuava na ativa, como chefe da guarda do rei, Athos e Porthos já haviam se aposentado como mosqueteiros e Aramis preferiu o celibato, dedicando-se ao sacerdócio de padre jesuíta e bispo de Vannes.
A história, como se adiantou, se passou na França, nos idos de 1698, sob o reinado de Luís XIV (filho de Luís XIII), em que se descobriu que o rei possuía um irmão gêmeo, que foi mantido aprisionado em segredo de estado por quase onze anos, com uma máscara de ferro cobrindo-lhe o rosto.
Luís XIV era um monarca vaidoso, injusto e autoritário. Essa, portanto, era a principal característica do seu reinado: uma forma de governo injusta e muito autoritária.
Esse modelo governamental despertou em muitas pessoas grande desgosto pela forma com que Luís XIV administrava o seu país, dentre os tais se pode destacar Athos, que era mosqueteiro do rei e se rebelou contra Sua Majestade ao saber que o rei se apaixonara pela jovem Louise, noiva de seu filho Raoul, “tomando-a secretamente para si”. Inclusive, por conta desse ato, infelizmente, a jovem também se apaixonara pelo rei, fazendo com que Athos decidisse por se desfazer do cargo e morar em outro lugar com seu filho.
Outro inconformado com aquela forma tirana de governo, Aramis, ex-mosqueteiro no reinado do rei Luís XIII e agora padre jesuíta e bispo de Vannes, fomentou em seu coração o desejo de livrar a França da tirania do herdeiro do trono. Ajudado por seu amigo Porthos, ele planejou a substituição de Luís XIV pelo homem da máscara de ferro que, a bem da verdade, era Filipe, seu irmão gêmeo.
O segredo era que o rei Luís XIII, casado com a rainha D’Áustria, depois de muitos anos de casamento teve filhos gêmeos. Em setembro de 1638, nasceu o menino que herdaria o trono da França, minutos depois, o rei recebe um chamado urgente de que um segundo filho fora parido pela rainha, que o chamou de Felipe. Luís XIII resolveu dar o trono a um só filho encarcerando o outro em sigilo absoluto. Aramis sabia desse segredo, pois era um mosqueteiro fiel do rei.
Felipe, ao contrário de seu irmão monarca, era um homem de bom coração, personalidade íntegra e bom caráter. Essas, portanto, eram as principais característica do injustiçado preso: um monarca humilde, justo e democrata.
O plano do inconformado Aramis era bastante ousado, qual seja, trocar os dois monarcas gêmeos de lugares, Luís XIV ir para a prisão e Felipe se tornar rei, mas se fazendo passar por Luís XIV. Isso, na verdade, equivaleria substituir a vaidade, a injustiça e o autoritarismo pela humildade, justiça e democracia.
Em resumo, o plano era perfeito, mas fracassou, haja vista que Aramis ao contar com os três principais amigos: Porthos, Fouquet (superintendente do rei) e D’Artagnan (capitão dos mosqueteiros), só obteve apoio do primeiro, ou seja, da minoria. Os dois últimos (Fouquet e D’Artagnan) além de não o ajudarem impediram o sucesso completo do plano, fazendo com que a suas fidelidades ao rei injusto sobreposse a sincera amizade a Aramis, obrigando-o a fugir para a Espanha, e o rei Luís XIV fosse reconduzido ao seu trono, aprisionando mais uma vez o seu irmão Felipe na masmorra da Bastilha com uma máscara de ferro no rosto para que ninguém soubesse desse segredo, porque se descobrissem poderia perder o trono.
Em que pese possuir uma atmosfera negativa, esse conhecido e bem atualíssimo clássico universal revela a realidade do malfadado modelo de projeto político proposto pelo partido de situação à sociedade brasileira. Após doze anos de administração esquerdista no Brasil já nos é mais do que possível concluir que a combalida concepção ideológica, hoje dominante no cenário político nacional, não tem projeto político voltado para a sociedade brasileira (saúde, segurança, educação e infraestrutura), mas, ao contrário, um projeto político hegemônico voltado fundamentalmente para a “socialização das misérias para as maiorias” e concentração do poder para uma minoria, mas precisamente para apenas uma classe de pessoas, os “companheiros”.
Os dados estatísticos, que “não mentem”, apontam para um assustador “assassinato de todas as nossas reputações”, de todas as liberdades constitucionais, anote-se: aumento da violência, avolumar generalizado da corrupção em todas as esferas, cenário econômico patético-frustrante, imposição de tendências culturais contrárias aos valores ético-religiosos e morais de nossa sociedade e mais um etecétera gigantesco de outras aberrações sociais por conta de uma combalida ideologia.
Como todo brasileiro, estou convencido de que é preciso mudar o jogo político. A hora é essa. Candidatos que comungam de concepção ideológica esquerdista … nunca mais, carecem civismo, têm déficit de patriotismo, não têm credibilidade. Qualquer projeto ideológico esquerdista, pelo menos para o Brasil, é fisiologismo, é pão e circo. Não podemos mais cair nesse engodo. Vide o “Barba”, informante do antigo Dops? Sob a bandeira da eticidade e moralidade chegou ao poder para assassinar a saúde, segurança e educação de nosso país e, agora, ante o descrédito popular, alimenta o ódio de classes.
Precisamos vencer esse jogo político em outubro. Mais em quem creditar nossos votos? Dentre os candidatos que estão a concorrer à disputa eleitoral, somente um teve a coragem de assumir comungar uma concepção ideológica direitista, o presidenciável Levy Fidelix. Tenho, na medida do possível, procurado conviver com esse brasileiro mais de perto. Tomei esta decisão por estar muitíssimo preocupado com os rumos de minha idolatrada pátria.
Tenho conhecido os hábitos de Levy Fidelix, sua vida pregressa, os valores que preserva, o que pensa, como procede nos bastidores político, quem é e qual é o seu conceito de família, enfim tenho conhecido essa pessoa a quem confiarei o destino político de meu país. O presidenciável, sem pestanejar, abriu-me as portas de sua casa política, e posso afirmar: o seu projeto político é nacionalista.
Eu não quero, bem como não posso errar esse ano! Preciso votar corretamente, com maturidade.
Votar nulo ou em branco é “burrice crassa”, é assassinar nossas reputações (nossos princípios e valores). Votar equivocado equivale perpetuar no poder um rei injusto, mentiroso, autoritário e descompromissado com o bem estar da nação. Não posso concordar em colocar uma “mascara de ferro” em minha cidadania, dignidade, liberdades, ou seja, princípios e valores conquistados a duras penas. Não posso, bem como não vou abrir mão do voto consciente. Por isso afirmar “Levy Fidelix, vossa excelência é o meu candidato”.

VIVA LEVY FIDELIX PARA A PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL !!!

Gerson Paulo. Bacharelado e Pós-Graduado em Ciências Jurídicas
Autor, Escritor, Consultor Jurídico e Presidente Estadual do Diretório do PMB/RJ

Fonte: PMB Nacional

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